E pronto. Aqui vai mais um poema meu. Este tem sabor a mentol. "Poema com sabor a mentol?", estão voçês a pensar... Não liguem. Leiam e vejam a que é que vos sabe. A surpresa Quando é que me apanhas? Procuro-te, e gozas-me, porque tem de ser surpresa. Quanto mais te procuro Mais perto pareço de ti. Mas quanto mais perto mais depressa foges. Acenas-me com teus sinais matreiros e sedutores. Sorrio e sigo os sinais. Tento responder à altura, Supero-me, e sei o que fazer. Previ e calculei tudo. E assim matei a surpresa... Sinto que te ris de mim e eu ainda não aprendi. Anda-me apanhar.
i would like to understand it all, but i don't, i read it and it sounds good, well, with my non portuguese pronunciation. but it seems to be nice.
Hey 'não te lembras' o teu poema é muito pessoal, o que é bom nele é a experiência ou inspiração que o gera... e só tu é que sabes mesmo o que sentes. É sempre bom exercitar as nossas emoções e tentar compreendê-las por isso continua!*